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Infecções respiratórias: sintomas, tipos, prevenção e quando procurar atendimento

  • 13 de jul.
  • 9 min de leitura
Infecções respiratórias

Infecções respiratórias são doenças causadas principalmente por vírus ou bactérias que atingem nariz, garganta, seios da face, brônquios ou pulmões. As mais comuns incluem resfriado, gripe, covid-19, sinusite, faringite, laringite, bronquite e pneumonia. Os sintomas podem envolver tosse, coriza, nariz entupido, dor de garganta, febre, dor no corpo, cansaço, chiado e falta de ar. A maioria das infecções leves melhora com repouso, hidratação e controle dos sintomas, mas sinais como falta de ar, dor no peito, febre persistente, confusão, lábios arroxeados, tosse com sangue ou piora rápida exigem avaliação médica.

O que são infecções respiratórias?

Infecções respiratórias são infecções que atingem alguma parte do sistema respiratório. Elas podem envolver desde as vias aéreas superiores, como nariz e garganta, até as vias aéreas inferiores, como brônquios e pulmões.

De forma simples, elas podem ser divididas em dois grupos:

  • infecções respiratórias superiores: afetam nariz, garganta, laringe e seios da face;

  • infecções respiratórias inferiores: afetam brônquios, bronquíolos e pulmões.

As infecções superiores costumam ser mais comuns e, na maioria das vezes, menos graves. Já as infecções inferiores, como pneumonia e bronquiolite, podem exigir mais atenção, especialmente em crianças pequenas, idosos e pessoas com doenças crônicas.

Quais são as infecções respiratórias mais comuns?

As infecções respiratórias mais conhecidas incluem:

  • resfriado comum;

  • gripe;

  • covid-19;

  • sinusite;

  • faringite;

  • amigdalite;

  • laringite;

  • bronquite aguda;

  • bronquiolite;

  • pneumonia;

  • infecções por vírus sincicial respiratório;

  • exacerbações infecciosas em pessoas com asma ou DPOC.

Cada uma tem características próprias, mas os sintomas podem se sobrepor. Por isso, nem sempre é possível saber a causa apenas pela aparência da secreção ou pela intensidade da tosse.

Infecção respiratória viral ou bacteriana: qual a diferença?

A maioria das infecções respiratórias comuns é causada por vírus. Resfriado, gripe, covid-19, bronquiolite e grande parte das faringites são exemplos frequentes.

Infecções bacterianas também podem ocorrer, como algumas pneumonias, sinusites bacterianas e amigdalites específicas.

A diferença é importante porque antibióticos só atuam contra bactérias. Eles não tratam infecções virais, como resfriado ou gripe.

Característica

Infecção viral

Infecção bacteriana

Causa

Vírus

Bactérias

Exemplos

Resfriado, gripe, covid-19

Algumas pneumonias, sinusites e amigdalites

Antibiótico

Geralmente não indicado

Pode ser indicado em casos específicos

Evolução

Muitas melhoram em poucos dias

Pode exigir avaliação e tratamento direcionado

Diagnóstico

Clínico e, às vezes, testes

Clínico, exames e contexto do paciente

A decisão sobre antibiótico deve ser feita por profissional de saúde. Usar antibiótico sem necessidade aumenta risco de efeitos colaterais e resistência bacteriana.

Quais são os principais sintomas?

Os sintomas variam conforme o local da infecção e o agente causador.

Sintomas comuns incluem:

  • tosse;

  • coriza;

  • nariz entupido;

  • espirros;

  • dor de garganta;

  • rouquidão;

  • febre;

  • calafrios;

  • dor no corpo;

  • dor de cabeça;

  • cansaço;

  • mal-estar;

  • chiado no peito;

  • falta de ar;

  • dor no peito ao respirar;

  • secreção nasal;

  • catarro;

  • perda de olfato ou paladar em alguns casos;

  • irritação nos olhos;

  • dor facial em sinusites.

Em crianças pequenas, os sinais podem ser menos específicos, como irritabilidade, dificuldade para mamar, sonolência, febre, respiração rápida ou esforço para respirar.

Resfriado comum

O resfriado comum é uma infecção viral das vias aéreas superiores. Costuma afetar nariz e garganta. Sintomas comuns:

  • coriza;

  • nariz entupido;

  • espirros;

  • dor de garganta leve;

  • tosse;

  • mal-estar leve;

  • febre baixa ou ausência de febre.

Na maioria das vezes, melhora em poucos dias. Tosse e congestão podem persistir um pouco mais.

O tratamento costuma ser de suporte: repouso, hidratação, lavagem nasal, controle de febre e alívio dos sintomas quando necessário.

Gripe

A gripe é causada pelo vírus influenza. Costuma ter início mais abrupto e sintomas mais intensos que o resfriado. Pode causar:

  • febre;

  • dor no corpo;

  • calafrios;

  • dor de cabeça;

  • cansaço intenso;

  • tosse;

  • dor de garganta;

  • coriza;

  • mal-estar importante.

A gripe pode causar complicações, principalmente em idosos, crianças pequenas, gestantes, pessoas com doenças cardíacas, pulmonares, renais, diabetes ou imunidade baixa.

A vacinação anual contra influenza é uma das principais formas de prevenção para grupos indicados.

Covid-19

A covid-19 também é uma infecção respiratória viral, mas pode variar muito de pessoa para pessoa. Algumas têm sintomas leves; outras podem evoluir com quadros graves.

Sintomas possíveis incluem:

  • febre;

  • tosse;

  • dor de garganta;

  • coriza;

  • cansaço;

  • dor no corpo;

  • dor de cabeça;

  • perda ou alteração do olfato e paladar;

  • falta de ar;

  • diarreia em alguns casos.

Como os sintomas podem se parecer com gripe e resfriado, testes podem ser úteis em determinadas situações, especialmente quando há risco de transmissão para pessoas vulneráveis.

Sinusite

Sinusite é a inflamação dos seios da face. Pode ocorrer após resfriados, alergias ou irritações nasais. Sintomas comuns:

  • dor ou pressão no rosto;

  • nariz entupido;

  • secreção nasal;

  • dor de cabeça;

  • tosse por gotejamento pós-nasal;

  • redução do olfato;

  • dor nos dentes superiores;

  • piora ao abaixar a cabeça.

Muitas sinusites são virais e melhoram sem antibiótico. A suspeita de sinusite bacteriana aumenta quando os sintomas são prolongados, muito intensos ou pioram depois de uma melhora inicial.

Faringite, amigdalite e laringite

Infecções na garganta podem causar dor ao engolir, rouquidão, tosse e febre.

Faringite

A faringite atinge a faringe e costuma causar dor de garganta, irritação e dificuldade para engolir.

Amigdalite

A amigdalite envolve as amígdalas e pode causar febre, placas, dor intensa e aumento de gânglios no pescoço.

Laringite

A laringite atinge a laringe e costuma causar rouquidão, perda temporária da voz e tosse seca. Essas condições podem ser virais ou bacterianas. A avaliação é importante quando há febre alta, dor intensa, dificuldade para engolir, falta de ar, salivação excessiva ou piora rápida.

Bronquite aguda

A bronquite aguda é a inflamação dos brônquios, geralmente após uma infecção viral.

Sintomas comuns:

  • tosse;

  • catarro;

  • chiado;

  • desconforto no peito;

  • cansaço;

  • febre baixa;

  • tosse que pode durar semanas.

Na maioria dos casos, é viral. Antibióticos geralmente não são necessários, a menos que haja suspeita de infecção bacteriana específica ou complicação.

Em pessoas com asma, DPOC ou doença cardíaca, a bronquite pode causar piora respiratória e precisa de mais atenção.

Pneumonia

Pneumonia é uma infecção que atinge os pulmões. Pode ser causada por bactérias, vírus ou outros agentes. Sintomas possíveis:

  • febre;

  • tosse com catarro;

  • falta de ar;

  • dor no peito ao respirar;

  • calafrios;

  • cansaço intenso;

  • respiração rápida;

  • confusão em idosos;

  • queda do estado geral.

Pneumonia pode ser grave, principalmente em bebês, idosos, gestantes, imunossuprimidos e pessoas com doenças crônicas.

Falta de ar, dor no peito, febre persistente e piora rápida exigem avaliação.

Bronquiolite

A bronquiolite é uma infecção das pequenas vias aéreas, mais comum em bebês e crianças pequenas. Frequentemente está relacionada ao vírus sincicial respiratório. Pode causar:

  • coriza;

  • tosse;

  • febre;

  • chiado;

  • dificuldade para respirar;

  • respiração rápida;

  • dificuldade para mamar;

  • irritabilidade;

  • cansaço.

Em bebês pequenos, qualquer sinal de dificuldade respiratória precisa de atenção. Se houver esforço para respirar, pausas respiratórias, lábios arroxeados, sonolência ou pouca ingestão de líquidos, procure atendimento.

Como diferenciar resfriado, gripe, covid e pneumonia?

Os sintomas podem ser parecidos, mas algumas pistas ajudam.

Condição

Pistas comuns

Resfriado

Coriza, espirros, nariz entupido, dor de garganta leve

Gripe

Febre, dor no corpo, calafrios, cansaço intenso, início abrupto

Covid-19

Tosse, febre, dor de garganta, cansaço, alteração de olfato/paladar em alguns casos

Sinusite

Dor facial, pressão no rosto, secreção nasal e tosse por gotejamento

Bronquite

Tosse persistente, catarro, chiado ou desconforto no peito

Pneumonia

Febre, falta de ar, dor no peito, cansaço intenso, piora do estado geral

Essa tabela é apenas orientativa. Em pessoas de risco, sintomas aparentemente leves podem evoluir com complicações.

Quando a infecção respiratória é preocupante?

Procure avaliação médica se houver:

  • sintomas que pioram em vez de melhorar;

  • febre persistente;

  • tosse por mais de 3 semanas;

  • tosse com sangue;

  • falta de ar;

  • chiado intenso;

  • dor no peito;

  • confusão mental;

  • sonolência excessiva;

  • lábios ou dedos arroxeados;

  • desidratação;

  • vômitos persistentes;

  • piora rápida do estado geral;

  • sintomas em gestantes;

  • sintomas em idosos;

  • sintomas em pessoas com imunidade baixa;

  • sintomas em pessoas com doença cardíaca, pulmonar ou renal.

Em caso de dificuldade para respirar, dor no peito ou confusão, procure atendimento de urgência.

Sinais de alerta em crianças

Crianças podem piorar rapidamente em algumas infecções respiratórias. Procure atendimento se houver:

  • respiração rápida;

  • esforço para respirar;

  • afundamento entre as costelas;

  • chiado intenso;

  • lábios arroxeados;

  • sonolência excessiva;

  • irritabilidade importante;

  • dificuldade para mamar ou beber líquidos;

  • febre persistente;

  • pouca urina;

  • piora rápida;

  • bebê pequeno com febre;

  • pausas na respiração.

Em crianças, evite automedicação. Xaropes, descongestionantes e outros remédios podem ter riscos, especialmente em menores.

Sinais de alerta em idosos

Em idosos, infecções respiratórias podem não causar sintomas clássicos. Às vezes, a febre é baixa ou ausente. Atenção para:

  • confusão mental;

  • sonolência;

  • queda do estado geral;

  • falta de apetite;

  • fraqueza intensa;

  • quedas;

  • falta de ar;

  • tosse persistente;

  • febre ou hipotermia;

  • piora de doenças crônicas;

  • descompensação de pressão, glicose ou coração.

Mudança súbita no comportamento de um idoso pode ser sinal de infecção ou outra condição grave.

Como prevenir infecções respiratórias?

A prevenção envolve reduzir exposição, fortalecer medidas de proteção e evitar transmissão quando estiver doente. Cuidados importantes:

  • manter vacinação em dia;

  • lavar as mãos com frequência;

  • usar álcool em gel quando não houver água e sabão;

  • evitar tocar olhos, nariz e boca com mãos sujas;

  • cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar;

  • manter ambientes ventilados;

  • evitar contato próximo com pessoas doentes;

  • ficar em casa quando estiver com sintomas;

  • usar máscara em situações de maior risco, quando indicado;

  • limpar superfícies muito tocadas;

  • evitar fumaça de cigarro;

  • controlar doenças crônicas;

  • manter boa hidratação;

  • dormir bem.

Vacinação, higiene e ventilação são medidas simples que reduzem risco de transmissão e complicações.

Vacinas ajudam contra infecções respiratórias?

Sim. Vacinas ajudam a prevenir formas graves e complicações de algumas infecções respiratórias. Podem ser indicadas, conforme idade e grupo de risco:

  • vacina contra influenza;

  • vacina contra covid-19;

  • vacinas pneumocócicas;

  • vacinas contra coqueluche;

  • vacinas contra sarampo em contextos específicos;

  • imunizações indicadas para bebês, idosos, gestantes ou pessoas com doenças crônicas.

As recomendações variam conforme calendário vacinal, idade, comorbidades e orientações das autoridades de saúde.

Antibiótico é necessário?

Nem sempre. Muitas infecções respiratórias são virais e não melhoram com antibiótico.

Antibióticos podem ser necessários em infecções bacterianas específicas, como algumas pneumonias, sinusites bacterianas, amigdalites bacterianas ou outras condições definidas pelo profissional.

Usar antibiótico sem indicação pode causar:

  • diarreia;

  • alergias;

  • efeitos colaterais;

  • interação com outros remédios;

  • resistência bacteriana;

  • atraso no diagnóstico correto.

Nunca use antibiótico guardado em casa ou indicado para outra pessoa.

O que fazer em casa em casos leves?

Em quadros leves, algumas medidas podem ajudar no conforto:

  • repousar;

  • beber líquidos;

  • fazer lavagem nasal com soro fisiológico;

  • manter o ambiente ventilado;

  • evitar fumaça;

  • usar medicamentos apenas conforme orientação;

  • monitorar febre e sintomas;

  • evitar contato próximo com pessoas vulneráveis;

  • observar sinais de alerta.

Melhora gradual é esperada em muitas viroses. Se houver piora, sintomas prolongados ou sinais de gravidade, procure avaliação.

O que evitar durante uma infecção respiratória?

Evite:

  • automedicação;

  • antibiótico sem prescrição;

  • fumar;

  • ficar em ambientes fechados e sem ventilação;

  • ir ao trabalho ou escola com febre e sintomas intensos;

  • misturar vários remédios para gripe;

  • usar descongestionantes por muitos dias;

  • usar medicamentos de outra pessoa;

  • ignorar falta de ar;

  • insistir em atividade física intensa durante febre ou mal-estar importante.

Remédios “para gripe” podem ter combinações de substâncias e aumentar risco de efeitos colaterais, especialmente em pessoas com pressão alta, arritmias, glaucoma, doença renal ou uso de outros medicamentos.

Quem tem maior risco de complicações?

Algumas pessoas precisam de cuidado redobrado:

  • bebês;

  • crianças pequenas;

  • idosos;

  • gestantes;

  • pessoas com asma;

  • pessoas com DPOC;

  • pessoas com doença cardíaca;

  • pessoas com diabetes;

  • pessoas com doença renal;

  • pessoas com câncer;

  • pessoas transplantadas;

  • pessoas em uso de imunossupressores;

  • pessoas com obesidade grave;

  • pessoas com deficiência ou fragilidade clínica;

  • pessoas não vacinadas conforme indicação.

Nesses grupos, vale procurar orientação mais cedo, mesmo quando os sintomas parecem moderados.

Infecções respiratórias podem piorar asma e DPOC?

Sim. Resfriados, gripe, covid-19 e outras infecções podem desencadear crises de asma e exacerbações de DPOC. Sinais de alerta incluem:

  • aumento do chiado;

  • falta de ar;

  • necessidade maior de medicação de resgate;

  • tosse persistente;

  • catarro com mudança importante;

  • queda da saturação, quando monitorada;

  • cansaço para atividades simples;

  • piora noturna.

Quem tem asma ou DPOC deve seguir o plano de tratamento e procurar orientação se houver piora.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico começa pela história clínica e exame físico. O profissional avalia sintomas, duração, sinais vitais, ausculta pulmonar, fatores de risco e gravidade.

Dependendo do caso, podem ser solicitados:

  • teste para covid-19;

  • teste para influenza;

  • exames de sangue;

  • raio-X de tórax;

  • oximetria;

  • cultura de secreções;

  • testes específicos em casos selecionados.

Nem todo resfriado precisa de exame. A indicação depende da gravidade, duração, risco e suspeita clínica.

Quando voltar às atividades?

Depende da infecção, intensidade dos sintomas e risco de transmissão.

Em geral, é prudente evitar contato próximo enquanto houver febre, mal-estar importante, tosse intensa ou sintomas em fase inicial.


Ao retornar, medidas como máscara, higiene das mãos e ambientes ventilados podem ajudar a proteger outras pessoas.


Atividade física intensa deve esperar melhora do quadro geral. Exercitar-se com febre, falta de ar, dor no peito ou cansaço importante não é recomendado.

Resumo rápido

  • Infecções respiratórias podem afetar nariz, garganta, brônquios e pulmões.

  • As causas mais comuns são vírus, mas bactérias também podem estar envolvidas.

  • Resfriado, gripe, covid-19, sinusite, bronquite e pneumonia são exemplos frequentes.

  • Antibióticos não tratam infecções virais.

  • Prevenção inclui vacinação, higiene das mãos, ventilação e evitar contato quando doente.

  • Falta de ar, dor no peito, confusão, febre persistente e tosse com sangue são sinais de alerta.

  • Crianças pequenas, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas precisam de atenção especial.

  • Em caso de piora rápida, procure atendimento.

Perguntas frequentes sobre infecções respiratórias

1. O que são infecções respiratórias?

São infecções que atingem partes do sistema respiratório, como nariz, garganta, seios da face, brônquios ou pulmões.

2. Quais são as infecções respiratórias mais comuns?

Resfriado, gripe, covid-19, sinusite, faringite, laringite, bronquite, bronquiolite e pneumonia estão entre as mais comuns.

3. Toda infecção respiratória precisa de antibiótico?

Não. Muitas são virais e não melhoram com antibiótico. Antibiótico só deve ser usado quando houver indicação profissional.

4. Quando procurar médico?

Procure avaliação se houver falta de ar, dor no peito, febre persistente, tosse com sangue, piora rápida, sintomas por mais de 3 semanas ou grupo de risco.

5. Como prevenir infecções respiratórias?

Vacinação, higiene das mãos, ambientes ventilados, evitar contato com pessoas doentes e ficar em casa quando estiver com sintomas ajudam na prevenção.

6. Infecção respiratória pode virar pneumonia?

Pode, em alguns casos. O risco é maior em idosos, crianças pequenas, pessoas com doenças crônicas, imunossuprimidos e quadros que pioram progressivamente.

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a avaliação de um profissional de saúde.


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