top of page

Alta de vírus respiratórios e o novo H3N2: o que você precisa saber agora

H3N2

O início do ano trouxe um aumento importante nos casos de infecções respiratórias em diversos países, incluindo gripe, resfriados e outras viroses. Entre os vírus circulantes, chama atenção uma variante do influenza A (subtipo H3N2), que vem sendo monitorada por autoridades de saúde internacionais. Isso tem levantado dúvidas e preocupações em muitas pessoas: devo me preocupar? Como me proteger? Quando procurar atendimento?

Este guia foi preparado para esclarecer de forma simples e segura o que os pacientes precisam saber sobre o momento atual e como cuidar melhor da saúde respiratória.

Por que os casos de infecções respiratórias aumentam nessa época?

Esse crescimento não é coincidência. É uma combinação de fatores, como:

  • Maior circulação de pessoas em festas e viagens;

  • Ambientes fechados e pouco ventilados;

  • Mudanças climáticas sazonais;

  • Queda na imunidade por estresse, cansaço e sono ruim.

Com isso, vírus respiratórios encontram facilidade para se espalhar, especialmente em crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas.

O que é a gripe H3N2 e o que há de novo?

A gripe causada pelo vírus influenza A do tipo H3N2 não é novidade. No entanto, como todo vírus, ele pode sofrer pequenas modificações com o tempo. Por isso, autoridades de saúde mantêm vigilância constante e reforçam medidas de proteção quando observam aumento de circulação.

Para o paciente, a mensagem principal é: o vírus continua sendo gripe, continua sendo prevenível e continua exigindo atenção aos sinais de alerta, especialmente em grupos de risco.

Quais são os sintomas e como diferenciar gripe de resfriado comum?

Embora tenham semelhanças, gripe e resfriado não são iguais.

A gripe geralmente causa:

  • Febre alta e súbita;

  • Dor no corpo;

  • Cansaço intenso;

  • Dor de cabeça;

  • Tosse seca;

  • Mal-estar importante.

Já o resfriado costuma ser mais leve, com:

  • Nariz entupido ou escorrendo;

  • Espirros;

  • Dor de garganta leve;

  • Pouca febre ou nenhuma.

Se houver dúvida, especialmente em pessoas vulneráveis, é sempre melhor buscar orientação.

Quem tem maior risco de complicações?

Alguns grupos merecem atenção especial, pois podem desenvolver quadros mais graves:

  • Idosos;

  • Crianças pequenas;

  • Gestantes;

  • Pessoas com doenças cardíacas, pulmonares, renais ou diabetes;

  • Pessoas com imunidade baixa.

Nesses casos, não espere piorar para procurar atendimento médico.

Quando procurar atendimento médico com urgência?

Procure ajuda rapidamente se houver:

  • Falta de ar;

  • Febre que não melhora após alguns dias;

  • Dor no peito;

  • Confusão mental;

  • Lábios arroxeados;

  • Fraqueza intensa;

  • Desidratação;

  • Piora súbita após melhora inicial.

Em crianças, sinais como sonolência excessiva, irritabilidade intensa, gemência ao respirar ou recusa de líquidos também são alertas.

E a vacinação, ainda é importante? Sim, e muito

A vacina contra gripe continua sendo uma das formas mais eficazes de reduzir gravidade e risco de complicações. Mesmo quando não impede totalmente a infecção, ela reduz hospitalizações e casos graves.

Vacinação não é apenas individual, mas protege também quem está ao redor.

Como se proteger no dia a dia?

Não há segredo. As medidas mais eficazes continuam sendo simples e acessíveis:

  • Lavar as mãos com frequência;

  • Evitar contato próximo com pessoas doentes;

  • Cobrir nariz e boca ao tossir;

  • Manter ambientes ventilados;

  • Não compartilhar objetos pessoais;

  • Se estiver doente, evitar aglomerações.

Essas atitudes protegem você e quem você ama.

E se eu ficar doente, o que fazer em casa?

A maioria dos casos melhora com cuidados simples:

  • Repouso;

  • Boa hidratação;

  • Alimentação leve;

  • Uso de medicamentos apenas com orientação médica.

Evite automedicação, principalmente antibióticos — eles não funcionam contra vírus.

Conclusão

O aumento de infecções respiratórias e a circulação de novas variantes virais são situações que merecem atenção, mas não pânico.


Informação confiável, vacinação em dia, medidas de prevenção e atenção aos sinais de alerta são as melhores formas de proteção. Para a maioria das pessoas, os quadros são autolimitados, mas grupos de risco precisam de cuidado especial. Afinal, cuidar da saúde respiratória é cuidar da saúde como um todo.


Comentários


logotipo do site medicinal atual

MedicinAtual é o mais completo portal de conteúdos exclusivos para atualização nas especialidades médicas, artigos e pesquisas científicas, notícias, informações em saúde e Medicina.  O MedicinAtual disponibiliza ferramentas médicas que facilitam a rotina do médico ou do estudante de Medicina. O MedicinAtual reune ainda os portais PneumoAtual, AlergiaAtual e UrologiaAtual.

  • Instagram
  • Facebook

Todos os Direitos Reservados - 2025

NEWSLETTER

Cadastre abaixo e receba  as últimas atualizações de conteúdo do nosso portal médico.

Obrigado (a) por se cadastrar!

bottom of page